#MolonPrefeito18

PROGRAMA DE GOVERNO

Alessandro Molon e Roberto Anderson – Todos Pelo Rio – REDE, PV e PPL

Propomos um novo tipo de desenvolvimento para o Rio de Janeiro, que seja sustentável e eficiente, tendo como pontos centrais o meio ambiente, a qualidade de vida, a cultura e o conhecimento, com processos de decisão democratizados: participativos e transparentes, de forma a constituirmos uma cidade verdadeiramente inclusiva e integrada.

Nosso Programa tem como compromisso ser um documento vivo, que continua aberto à construção conjunta com a sociedade.

CIDADE INCLUSIVA

É importante que o poder executivo municipal atribua prioridade aos direitos de cidadania, abordando-os de forma intersetorial e por meio de parcerias. Em matéria de segurança pública, acreditamos ser possível conter a violência, salvar vidas, proteger o patrimônio, reduzir as desigualdades no acesso à Justiça, exorcizar o medo, controlar a criminalidade e oferecer a todos uma segunda chance.

 

  • Criar Polos da Cidadania nas regiões administrativas da cidade, integrando serviços de atendimento ao cidadão e acesso à Justiça. Assim os cidadãos terão acesso facilitado a serviços que hoje são dispersos.
  • Fomentar programas de promoção de acesso à Justiça, mediação comunitária, Justiça restaurativa e formas pacíficas de convivência, combinando ações de educação e mudança cultural, no dia a dia coletivo, incentivando o uso e a valorização de espaços públicos, e o convívio plural no cotidiano da cidade.
  • Coordenar e articular a implantação de políticas públicas voltadas para a promoção dos direitos das mulheres, com foco no desenvolvimento de ações transversais de promoção da igualdade de gênero.
  • Incorporar a temática do respeito à diversidade como premissa para o funcionamento democrático da cidade, de forma a evitar qualquer tipo de discriminação e intolerância, seja por etnia, sexo, religião, naturalidade, nacionalidade, orientação sexual, condição social, idade ou deficiência.
  • Valorizar as políticas para as juventudes, priorizando as ações permanentes de prevenção à violência, à exclusão e ao racismo, que hostiliza jovens negros e moradores dos bairros mais vulneráveis.
  • Qualificar as ações de acompanhamento do crescimento e do desenvolvimento das crianças com o adequado preenchimento da Caderneta da Criança, utilizando o CPF dessas crianças e alimentando uma base de dados que faça os programas sociais dialogarem entre si.
  • Fortalecer e integrar as ações da rede de atenção à saúde básica e à saúde mental, por meio do acolhimento e do acompanhamento de pessoas em sofrimento psíquico ou com transtornos mentais graves (esquizofrenia, transtorno de humor), ou comuns (transtornos ansiosos, depressivos, transtornos de estresse pós-traumático, entre outros).
  • Aumentar o número de unidades de Conselhos Tutelares, bem como ampliar a estrutura e apoio técnico aos mesmos e aos Conselhos de Direitos.
  • Ampliar as campanhas de prevenção da AIDS, que volta a subir entre jovens.
  • Multiplicar os Centros de atendimento à população de rua, buscando não separar famílias desprotegidas e qualificar suas estruturas e equipes, inclusive as de abordagem social.
  • Qualificar e fortalecer a rede de proteção social e as ações de atenção especializadas de atendimento, considerando os diversos segmentos que compõem os grupos vulneráveis, como crianças e adolescentes, idosos, pessoas com deficiência, pessoas com questões de saúde mental, pessoas com dependência química e outros.
  • Definir a redução de homicídios como prioridade. É preciso trabalhar em harmonia com a Divisão de Homicídios da Polícia Civil e com a Polícia Militar, modernizar a Guarda Civil municipal, e investir em políticas preventivas capazes de interceptar as dinâmicas de reprodução da criminalidade letal, produzindo efeitos em curto prazo.
  • Criar um comando unificado para a coordenação geral de uma política integrada de prevenção da violência, em conexão com redes locais, capaz de implantar programas, projetos e ações locais que envolvam as áreas de Educação, Saúde, Cultura, Trabalho, Direitos Humanos, Esporte e Lazer, Assistência Social, Meio Ambiente, Saneamento e Habitação, entre outras.
  • Elaborar diagnósticos locais, com a participação das comunidades, para saber quais são os principais questões da favela, do bairro, ou da região.
  • Levar a administração municipal a ser proativa e a adotar uma perspectiva sistêmica e integrada, sensível à complexidade multidimensional da violência, da criminalidade e de seus condicionamentos mais imediatos, credenciando-se a aplicar uma abordagem preventiva, dispondo-se a disputar menino a menino com o tráfico e as fontes do crime.
  • Garantir um atendimento de emergência hospitalar digno, humano e qualificado, capaz de salvar vidas.
  • Controlar efetivamente doenças para as quais já dispomos de métodos adequados, como a tuberculose.
  • Garantir que as maternidades cariocas propiciem o acesso das gestantes a um parto com padrão de qualidade elevado e homogêneo.
CIDADE DA EDUCAÇÃO

Para nós, a educação deve permitir o desenvolvimento integral de todos os cidadãos, sem exceção. Essa é uma tarefa de toda a cidade.

 

  • Criar programas especializados, articulados a projetos e ações na saúde e na assistência social, para o desenvolvimento afetivo e cognitivo da criança e da família, desde antes do parto, até o terceiro ano de vida, considerando o fato de a primeira infância ser absolutamente decisiva para o desenvolvimento cognitivo e emocional da criança.
  • Garantir o acesso de crianças de 4 meses a 5 anos e 11 meses ao atendimento em creches e escolas, de acordo com a demanda por bairro e região do município, com planejamento e ações articuladas.
  • Rever os planos de carreira e de salários dos professores.
  • Estimular o professor a se qualificar por meio de um sistema de formação continuada eficaz, que ouça os professores sobre o que sentem que precisam aprender.
  • Criar programa de reforço escolar, que garanta a existência de professores dedicados a isso em cada escola. O objetivo é não deixar para trás estudantes cujo desempenho esteja aquém do esperado.
  • Oferecer atividades extracurriculares voltadas para as artes, o esporte e o estudo das matérias lecionadas.
  • Prover e garantir a conectividade de qualidade das escolas cariocas.
  • Investir em profissionais de educação, na infraestrutura escolar e nos recursos tecnológicos apropriados à assistência de alunos com deficiência.
  • Ampliar o número de escolas em tempo integral, rumo à meta de 100%.
  • Expandir a Educação de Jovens e Adultos por intermédio da implantação de, pelo menos, um centro de educação de jovens e adultos, em cada Coordenadoria Regional de Ensino.
  • Apoiar e monitorar programas de prevenção e enfrentamento da infrequência e evasão escolar.
  • Garantir a infraestrutura dos estabelecimentos de acordo com os Parâmetros de Infraestrutura e dos Indicadores de Qualidade do Ministério da Educação, e os critérios de acessibilidade do Desenho Universal, elaborado com base na Lei de Acessibilidade – Decreto lei 5296.13.
CIDADE CRIATIVA

Propomos uma cidade que esteja pronta para o futuro e para criar novos empregos, calçados na criatividade, no empreendedorismo e na inovação. Um novo eixo de desenvolvimento ordenado pelo incentivo à economia criativa.

 

  • Descentralizar o desenvolvimento da cidade, por meio da distribuição territorial de polos de desenvolvimento e de zoneamentos especiais.
  • Investir em infraestrutura para oferta de banda larga de alta qualidade em toda a cidade.
  • Apoiar políticas públicas de melhoria do ecossistema de startups e da economia criativa.
  • Reconhecer e apoiar coletivos culturais da cidade, principalmente aqueles situados em comunidades e em bairros mais vulneráveis à violência e com menores índices de desenvolvimento.
  • Apoiar iniciativas de preservação da memória local, como o Museu da Maré.
  • Descentralizar o Carnaval de Rua, fomentando-o e o levando-o também aos bairros mais distantes das áreas centrais e da Zona Sul.
  • Criar mecanismos de fomento direto (editais) e indireto (isenções de ISS, IPTU, dentre outros) para atração de empresas, projetos e eventos relativos à cadeia produtiva da Nova Economia.
  • Atrair centros de pesquisa para a cidade e apoiar os existentes, uma vez que o Rio é o maior centro de instituições científicas do país.
  • Criar programas de apoio de longo prazo para grupos e companhias de dança, teatro, música e circo, e oferecer mais espaços para ensaios dos grupos profissionais e amadores.
  • Criar um teatro municipal para a dança, de forma a complementar o projeto do Centro Coreográfico.
  • Continuar apoiando a produção audiovisual carioca, buscando retomar o lugar de liderança no setor, no país, e apoiar os festivais de cinema da cidade.
  • Realizar um salão anual de projetos inovadores para as cidades.
  • Oferecer Big Data e Open Data, com acesso a dados da prefeitura e seus serviços via APIs de consulta, para que empresas inovadoras possam desenvolver soluções de melhoria, fiscalização e de novos negócios. Um exemplo é abrir totalmente os dados dos ônibus da cidade para que seja possível desenvolver soluções de melhoria da mobilidade urbana.
CIDADE SUSTENTÁVEL

A sustentabilidade deve ser colocada como questão transversal a todas as demais áreas. É fundamental reconhecer o papel estratégico e central do planejamento como atividade de Estado, do desenho urbano de matriz ecológica, das bacias hidrográficas e da participação da população.

 

  • Adotar uma ação coordenada dos municípios metropolitanos na solução de pendências urgentes como a despoluição das bacias da Baía de Guanabara e de Sepetiba, a integração dos sistemas de transporte e das tarifas, e a oferta de postos de trabalho, de moradia e de saúde.
  • Incentivar a construção de moradias no Centro e alterar o caráter puramente empresarial da reurbanização da Área Portuária, mudando a lógica territorial de projetos habitacionais que levam as moradias populares para as periferias.
  • Redirecionar investimentos para a melhoria da qualidade de vida urbana nas regiões já ocupadas.
  • Realizar projetos de recuperação e renaturalização de rios urbanos.
  • Retomar o projeto de urbanização de favelas, garantindo equipamentos públicos de qualidade, saneamento e mobilidade para áreas de habitação popular.
  • Adotar progressivamente a utilização de alimentos orgânicos na merenda escolar, preferencialmente produzidos na cidade.
  • Voltar a incentivar a agricultura na cidade, estimulando aptidões locais, assim como projetos de hortas urbanas por toda a cidade.
  • Tornar prioridade da gestão a universalização dos serviços de saneamento (água, esgoto coletado e tratado, drenagem e lixo), especialmente em comunidades excluídas dos contratos com as concessionárias.
  • Garantir coleta e tratamento sustentável dos resíduos gerados e reduzir os volumes de resíduos sólidos finais através de amplos processos de reciclagem.
  • Decidir em conjunto com a sociedade sobre a expansão de sistemas, como o VLT e o BRT, para outros bairros.
  • Rever a organização do sistema de transporte por ônibus, consultando os usuários para eliminar a superposição de linhas e fiscalizar o cumprimento de horários.
  • Realizar um amplo trabalho de verificação dos custos do transporte público a cargo das empresas concessionárias, abrindo os dados para a população e assim garantindo, de forma transparente, que as tarifas tenham valores justos e acessíveis à população.
CIDADE DEMOCRÁTICA

Os moradores da cidade devem ser chamados a participar da administração municipal, num esforço incessante para aproximar a administração pública e a sociedade civil. Deve haver interdisciplinaridade na gestão, com o encontro periódico de secretarias para a construção de propostas de ação conjunta.

 

  • Criar espaço unificado, georreferenciado e colaborativo na internet para participação social onde cidadãos, empresas, ONGs, políticos e o poder público possam se expressar e se comunicar para divulgar propostas e problemas e iniciar uma conversa com outros atores sociais.
  • Implementar o orçamento participativo levando em conta não só as contribuições advindas dos conselhos, como também as contribuições advindas da plataforma da internet.
  • Dar total efetividade à Lei de Acesso à Informação e disponibilizar dados públicos em formato aberto, assim como ferramenta de pesquisa que facilite a busca de qualquer tipo de informação, principalmente sobre licitações, receitas e despesas, fortalecendo a transparência da gestão pública.
  • Criar ouvidorias nas Subprefeituras, como estrutura de reconhecimento e de revalorização dos cidadãos, de forma a facilitar que as demandas da população sejam recebidas, encaminhadas e absorvidas pelas secretarias relevantes.
  • Equilibrar as finanças das diversas empresas, fundações e autarquias municipais, que hoje apresentam déficit.

VOCÊ CONHECE O MOLON?

Ele nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, no ano de 1971, mas lá só fez nascer

Seus pais viviam no Rio, onde cresceu e estudou na Escola Isa Prates e no Santo Agostinho

Na faculdade, estudou História e foi professor da rede pública na Cidade Maravilhosa

Durante esse período, deparou-se com salas de aula em situação precária

Molon concluiu que podia e precisava fazer mais. Decidiu entrar para a política

Para se preparar melhor para o desafio, fez uma nova faculdade: Direito

Com a formação concluída, hoje é professor de Processo Legislativo na PUC-Rio

Em 2002 foi eleito Deputado Estadual e defendeu os interesses fluminenses

Fez um bom trabalho e pôde renovar o compromisso, sendo reeleito em 2006

Em 2010 foi eleito Deputado Federal e hoje já está no segundo mandato

E agora é chegada a hora de trabalhar pela capital. Vamos votar #MolonPrefeito18

AGENDA

Debate Globo

29/09
Debate com prefeituráveis na Globo

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Alessandro Molon @alessandromolon
O Rio merece mais. O Rio merece Alessandro Molon. #ChameMolon #Vote18 https://t.co/Mw4wnWCHwK
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Bom dia pra você que já tá de pé depois do debate de ontem! https://t.co/IPZ7tX2bYx
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Alessandro Molon adicionou 24 novas fotos ao álbum "Caminhada Copacabana". ... See MoreSee Less

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Estamos caminhando pela cidade do Rio de Janeiro. Vem pra cá! #ChameMolon ... See MoreSee Less

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Falta 1 dia para votarmos 18.

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